Polícia POLICIAL!
Cantor João Lima se entrega à polícia e é preso na Paraíba por agressões contra a ex-esposa
João Lima se apresentou à Deam e deve passar por exame de corpo de delito e audiência de custódia
26/01/2026 12h16
Por: Redação
Imagens: Mofi

O cantor João Lima se apresentou à Polícia Civil e foi preso na manhã desta segunda-feira (26) em João Pessoa, após a Justiça decretar a prisão preventiva por violência doméstica contra a ex-esposa, a médica e influenciadora Raphaella Brilhante. Ele compareceu à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), no Centro da capital.

A prisão ocorreu após a repercussão de vídeos divulgados nas redes sociais no último sábado (24), que mostram agressões contra a ex-esposa. A vítima também recebeu medida protetiva após denunciar o caso à Polícia Civil.

 
 
 
 
 
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A decisão judicial determina que João Lima não pode se aproximar da ex-esposa, frequentar a casa onde ela morava e manter qualquer tipo de contato com ela ou familiares. A medida estabelece uma distância mínima de 300 metros.

De acordo com o advogado Luiz Pereira, o cantor deve passar por exame de corpo de delito no Instituto de Polícia Científica (IPC) e, em seguida, por audiência de custódia. Apenas após esses trâmites a defesa deve apresentar pedido de habeas corpus.

Em entrevista exclusiva à TV Cabo Branco exibida nesta segunda-feira (26), Raphaella Brilhante relatou que sofreu agressões durante o casamento com o cantor, que ocorreu em novembro do ano passado, e também na lua de mel. Segundo ela, o relacionamento durou cerca de três anos e foi marcado por controle desde o início.

Entenda o caso

A Polícia Civil investiga João Lima por violência doméstica contra a ex-esposa, após vídeos divulgados em redes sociais mostrarem agressões. A vítima registrou boletim de ocorrência na Deam de João Pessoa.

Após a repercussão do caso, Raphaella Brilhante publicou texto nas redes sociais confirmando publicamente, pela primeira vez, a violência sofrida. Ela afirmou que enfrenta “uma dor que atravessa o corpo, a alma e a história” e destacou que “não há palavras que expliquem o impacto disso na vida de alguém”.

 
 
 
 
 
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A médica, que também atua como influenciadora e tem mais de 600 mil seguidores em uma rede social, afirmou que “nenhuma mulher deveria precisar chegar a esse ponto para ser ouvida” e reforçou que as medidas legais estão sendo tomadas com respeito à Justiça.

Por Pabhlo Notícias com g1 PB