Patos e Região VEJA COMO AJUDAR
Família em Patos busca recursos para tratamento médico de filha diagnosticada com malformação rara
Quem puder contribuir com qualquer valor para ajudar no tratamento da Maria Elloa pode realizar uma doação via PIX: Chave PIX (Telefone): (83) 9 9666-9836
22/07/2026 20h02
Por: Redação
Foto: Reprodução

A pequena Maria Elloa Oliveira Ribeiro, de 6 anos, enfrenta uma delicada batalha pela saúde após ser diagnosticada com uma malformação arteriovenosa (MAV) de alto fluxo na região da nádega direita. A condição é congênita, mas apresentou crescimento recente, ulceração, episódios de sangramento contínuo e infecção secundária.

A família reside na Rua Augusto dos Anjos, no Bairro Santo Antônio, em Patos. Os pais da criança, o motorista de aplicativo Antonimar Ribeiro Batista (conhecido como Toni) e a mãe Paloma Oliveira, explicam que, no início, acreditava-se que a lesão fosse um hemangioma que desapareceria com o tempo. No entanto, após consultas e exames especializados em Recife, constatou-se que se trata de uma malformação genética de difícil tratamento.

O tratamento e a necessidade da campanha

De acordo com a avaliação médica, Maria Elloa necessita de acompanhamento contínuo e de procedimentos de embolizações transarteriais em sala de hemodinâmica, técnica especializada que busca reduzir o fluxo sanguíneo na área afetada e diminuir os riscos de novos sangramentos e infecções. O tratamento, além de complexo, exige estrutura hospitalar particular, sendo realizado em Recife, uma vez que o procedimento não é disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Diante dos custos elevados para arcar com o tratamento especializado, viagens, transporte, consultas e alimentação, a família criou uma campanha solidária com a meta de arrecadar R$ 50 mil.

Como ajudar

Quem puder contribuir com qualquer valor para ajudar no tratamento da Maria Elloa pode realizar uma doação via PIX:

Chave PIX (Telefone): (83) 9 9666-9836

Favorecida: Paloma Oliveira

A família reforça que toda ajuda é bem-vinda e que o compartilhamento da campanha também é fundamental para que a mobilização alcance mais pessoas e permita iniciar os procedimentos médicos o quanto antes.

Por Pabhlo Rhuan