Polícia TRANSFERÊNCIA
Lideranças criminosas são transferidas da PB1/PB2, na Paraíba, para presídios federais
Operação integrada ocorreu nesta quinta-feira (13) após determinação judicial e envolveu órgãos estaduais e federais de segurança e administração penitenciária
13/08/2026 15h40
Por: Redação
Foto: Divulgação

Uma operação integrada realizada nesta quinta-feira (13) resultou na transferência de lideranças criminosas que estavam custodiadas na Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes (PB1/PB2), na Paraíba, para o Sistema Penitenciário Federal.

A ação foi coordenada por equipes da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba (Seap-PB), da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social (Sesds), da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e da Polícia Penal Federal.

Segundo a Seap-PB, a transferência foi realizada em cumprimento a uma determinação judicial e contou com equipes especializadas para garantir a segurança durante toda a operação.

O deslocamento dos presos foi planejado previamente e executado seguindo protocolos específicos de segurança, desde a retirada dos internos da unidade paraibana até a transferência para o sistema penitenciário federal.

Ação integrada

A operação reúne órgãos das esferas estadual e federal e faz parte das medidas adotadas para o enfrentamento à criminalidade organizada e o gerenciamento de presos considerados estratégicos para a segurança pública.

A transferência para unidades federais pode ser determinada pela Justiça em situações que envolvam presos considerados de alta relevância para a segurança ou quando houver necessidade de adoção de medidas específicas de custódia.

A Seap-PB informou que novas transferências poderão ocorrer sempre que houver necessidade e determinação das autoridades competentes.

As operações dessa natureza contam com equipes capacitadas e protocolos específicos para reduzir riscos durante o transporte e garantir a segurança dos profissionais envolvidos, dos próprios custodiados e da população.

Por Pabhlo Rhuan