Uma operação conjunta deflagrada nesta quarta-feira (19) resultou na localização de Jorge Henrique, foragido da Justiça e investigado pelo homicídio do policial civil Jerre Adriano de Sousa Ribeiro. A ação foi conduzida pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACCO) da Polícia Civil da Paraíba, com o apoio da Polícia Civil do Acre (CORE/AC), da Unintelpol/PB e do GAECO/PB.
As investigações apontaram que o suspeito estava homiziado há cerca de dois anos na zona rural do município de Bujari, no Acre. O nome da operação faz alusão ao minucioso trabalho de inteligência que permitiu rastrear o paradeiro do foragido após mais de dois anos de fuga.
O assassinato do policial civil Jerre Adriano de Sousa Ribeiro aconteceu no dia 9 de agosto de 2023, na saída de uma vaquejada no município de Cajazeirinhas, no Sertão da Paraíba. Embora as primeiras informações tenham apontado para uma discussão de trânsito em um engarrafamento, a Polícia Civil concluiu posteriormente que o crime foi, na verdade, planejado com o objetivo de roubar a pistola usada no trabalho pelo agente. A arma acabou desaparecendo após a ação criminosa.
Jerre Adriano atuava na delegacia de Passagem, vinculada à Seccional de Patos, e integrou a Polícia Civil desde 2016.
Durante a tentativa de cumprimento da ordem de prisão no Acre, o investigado entrou em confronto com as equipes policiais. Ele foi atingido por disparos de arma de fogo, socorrido imediatamente para um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.
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No local da ocorrência, as forças de segurança apreenderam uma espingarda, uma pistola e um documento de identidade falso que vinham sendo utilizados pelo foragido.
O alvo já possuía antecedentes criminais pelo crime de roubo cometido na cidade de Pombal e era investigado por dois homicídios, incluindo o assassinato do policial civil paraibano.
A Polícia Civil da Paraíba destacou a relevância da atuação integrada entre as polícias estaduais e órgãos de inteligência para o cerco a foragidos e a resposta rigorosa a crimes graves cometidos contra agentes da segurança pública.
Por Pabhlo Rhuan