A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) de Patos, conduziu à delegacia no final da tarde desta sexta-feira (21) um funcionário de uma empresa terceirizada da Cagepa. O suspeito foi flagrado transportando cerca de 80 hidrômetros subtraídos do local de trabalho.
A ação policial foi coordenada pelo delegado Thitto de Amorim, da DRF, após uma série de medidas investigativas que apontavam a existência de um esquema de desvio de hidrômetros de uma empresa terceirizada prestadora de serviços da Cagepa.
Através de ações de vigilância, as equipes conseguiram localizar o indivíduo e, no interior do seu veículo, encontraram uma grande quantidade de medidores de consumo de água que ostentavam os registros numéricos oficiais da companhia.
Em depoimento preliminar, o suspeito explicou que, devido ao volume movimentado diariamente, a empresa não mantinha um controle tão rigoroso, o que facilitava a retirada de uma ou duas unidades de caixas com dez para passar despercebido. No entanto, a própria instituição comunicou à polícia que já vinha percebendo a subtração gradual dos equipamentos.
Ver esta publicação no InstagramUma publicação partilhada por Pabhlo Rhuan Notícias (@pabhlonoticias)
Segundo a Polícia Civil, o principal atrativo para os furtos é o valor do cobre presente na estrutura dos hidrômetros.
O delegado Thitto de Amorim destacou que as investigações agora avançam para identificar e responsabilizar as pessoas na cidade que compram esse material ilícito, as quais poderão responder pelo crime de receptação. Além disso, a polícia informou que vai intensificar o rigor na fiscalização de ferro-velhos e comércios de sucatas em Patos que adquirem cobre e outros materiais de origem ilegal.
O suspeito foi levado à delegacia para a realização do interrogatório e apreensão do material. A situação legal, se resultará em prisão em flagrante ou na instauração de inquérito policial para responder aos atos conforme a legislação, foi avaliada pela autoridade policial de acordo com as circunstâncias dos fatos.
Por Pabhlo Rhuan