O empate em 0 a 0 contra o rival Esporte de Patos, na noite desta quinta-feira (29), deixou um gosto agridoce para o técnico do Nacional, Felipe Soares. Em entrevista coletiva após o primeiro 0 a 0 do Campeonato Paraibano 2026, o treinador expressou um misto de frustração pelo resultado e satisfação pela manutenção da equipe entre os primeiros colocados.
Para Soares, a posição das equipes na tabela sugere um desfecho diferente, mas o peso da rivalidade local falou mais alto no José Cavalcanti.
"A gente ficou um pouco frustrado, porque esperava sair daqui com mais pontos do que só um. Pela situação que eles tinham na tabela e a que a gente tinha, o mais lógico seria sair com três pontos. Mas o clássico foge da lógica".
Ver esta publicação no InstagramUma publicação partilhada por Pabhlo Rhuan Notícias (@pabhlonoticias)
Ao analisar o desempenho técnico, o comandante alviverde foi direto ao ponto: o volume de jogo existiu, mas a bola não entrou. Segundo o técnico, a produção ofensiva foi satisfatória, superando até falhas de jogos anteriores, mas pecou no momento crucial.
"O que faltou foi o gol. Acho que tivemos uma produção ofensiva muito boa, mas infelizmente não conseguimos converter, colocar a bola na casinha. Controlamos melhor os contra-ataques em relação à partida passada, mas faltou realmente isso: bola na rede".
Mesmo com a queda para a 3ª posição na tabela, Felipe Soares destacou a competitividade do estadual e revelou otimismo com a chegada de novas peças para o elenco. Ele agradeceu à direção pelos dois reforços que chegaram — descritos por ele como "mais duas pernas para ajudar" — e reforçou que o objetivo é terminar a fase de grupos dentro do G-4.
Sem tempo para lamentar, o técnico já projetou o próximo desafio, deixando claro que o foco é jogo a jogo.
"A gente não pensa no Botafogo, vamos pensar só no Atlético. Vamos tentar fazer uma boa partida lá no domingo e buscar esses pontos que perdemos aqui".
O Nacional de Patos volta a campo neste domingo (1º de fevereiro), quando visita o Atlético-PB no Estádio Perpétuo Corrêa.
Por Pabhlo Rhuan