As medidas protetivas estavam em vigor desde agosto de 2025 e determinavam que o investigado não poderia se aproximar nem manter qualquer tipo de contato com a vítima ou seus familiares. Mesmo tendo sido formalmente comunicado sobre as determinações judiciais, segundo a DEAM, novos episódios de descumprimento foram registrados.
Conforme os elementos reunidos durante a apuração, o investigado também teria direcionado as condutas aos familiares da vítima. Entre os episódios apontados está o comparecimento ao estabelecimento comercial da família.
Ainda de acordo com a investigação, posteriormente, o homem teria enviado à mãe da vítima, por meio de aplicativo de mensagens, links, fotografias e vídeos com conteúdo sexual explícito, atribuindo as imagens à própria ofendida.
Diante dos sucessivos descumprimentos, a DEAM requereu a prisão preventiva, que foi integralmente acolhida pelo Poder Judiciário. A medida teve como finalidade garantir a ordem pública e assegurar a efetividade das medidas protetivas de urgência.
A Polícia Civil da Paraíba reafirmou o compromisso institucional com o enfrentamento à violência contra a mulher e com o cumprimento efetivo das medidas protetivas de urgência.
Denúncias de violência contra a mulher podem ser feitas pelo Disque 180, serviço gratuito e disponível em todo o Brasil. Em casos de emergência, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190.
Por Pabhlo Notícias.