Polícia POLICIAL!
Casal suspeito de matar recém-nascido em Patos é transferido para presídios em João Pessoa
A transferência de Marcos Gabriel e Mirelly Laila ocorreu nesta sexta-feira devido à grande repercussão nacional do caso e à forte comoção social gerada pelo crime no bairro Dona Milindra.
17/10/2026 07h50
Por: Redação
Foto: Pabhlo Rhuan

O casal investigado pela morte do recém-nascido Brayan Gabriel, ocorrida no último dia 14 de outubro no bairro Dona Milindra, em Patos, foi transferido nas primeiras horas desta sexta-feira para unidades prisionais em João Pessoa. Marcos Gabriel Santos Pacheco de Alacoque e Mirelly Laila Lucena Braz haviam sido recolhidos inicialmente em presídios locais após a audiência de custódia realizada na quinta-feira, mas deixaram o município com destino à capital do Estado.

Segundo as informações apuradas pelo portal Pabhlo Notícias, a movimentação carcerária ocorreu sob forte esquema de segurança devido à imensa repercussão nacional que o caso alcançou. Coberturas jornalísticas exclusivas e matérias produzidas pelo portal Pabhlo Notícias sobre o crime ultrapassaram a marca de 8 milhões de visualizações, refletindo a enorme comoção social gerada pela brutalidade do delito, que vitimou o bebê com 24 perfurações provocadas por arma branca.

 
 
 
 
 
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Destino dos investigados na capital

Após os trâmites legais da transferência de Patos para João Pessoa, os suspeitos foram direcionados a estabelecimentos penais de segurança na capital paraibana.

Marcos Gabriel Santos Pacheco de Alacoque, que estava recolhido inicialmente no Presídio Padrão Romero Nóbrega, em Patos, foi encaminhado para a Penitenciária Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes (PB1). Por sua vez, Mirelly Laila Lucena Braz, que havia sido levada para o presídio feminino local na quinta-feira, foi transferida para a Penitenciária Feminina Júlia Maranhão, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

A transferência visa resguardar a segurança dos custodiados e atender aos critérios de administração prisional diante do impacto público provocado pelo caso na região e no restante do país.

Por Pabhlo Rhuan