A cidade de Patos realizou neste sábado (28) o Dia D da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, com forte adesão da população. Ao longo do dia, foram aplicadas 3.002 doses da vacina, resultado considerado positivo pela Secretaria Municipal de Saúde.
O secretário Leônidas Dias destacou o êxito da mobilização e ressaltou o engajamento da população e das equipes de saúde.
“Chegamos à finalização de mais um grande Dia D de vacinação, desta vez voltado à influenza, e mais uma vez foi um grande sucesso. Foram mais de 3 mil doses aplicadas em um único dia, exatamente 3.002 doses. Isso mostra o compromisso da nossa população com a própria saúde”, afirmou.
Segundo ele, a campanha segue como estratégia fundamental para conter o aumento de casos de gripe e outras síndromes respiratórias. “A gente já sabe, e é comprovado, que vacina salva vidas. Essa é mais uma oportunidade de nos prevenirmos e reduzirmos esses surtos de gripe e viroses que vêm sendo registrados em nossa cidade”, completou.
A vacina influenza trivalente integra o Calendário Nacional de Vacinação e é recomendada para crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais e gestantes.
Além desses públicos, a imunização também contempla outros grupos prioritários como estratégia ampliada. No caso das crianças de 6 meses a 8 anos, o esquema vacinal depende do histórico: aquelas que já foram vacinadas anteriormente recebem apenas uma dose; já as que nunca foram imunizadas devem receber duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas.
O secretário também reforçou que a campanha não se encerra com o Dia D. “A partir de segunda-feira (30) , a vacinação continua em todas as Unidades Básicas de Saúde. A orientação é que quem faz parte dos grupos prioritários procure a UBS mais próxima e se vacine”, destacou.
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A Secretaria de Saúde segue monitorando os índices de vacinação e reforça que a imunização é a principal forma de evitar complicações causadas pelo vírus da influenza, especialmente entre os públicos mais vulneráveis.
Por Pabhlo Rhuan