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Polícia Civil prende funcionário de empresa por perseguição e violência psicológica contra colega de trabalho em João Pessoa

Investigado de 28 anos perseguia a vítima motivado por divergências políticas; agressão física foi gravada em vídeo por amigos da trabalhadora

05/11/2026 às 14h00
Por: Victor Almeida Fonte: Ascom PCPB
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Foto: Reprodução / Polícia civil
Foto: Reprodução / Polícia civil

A Polícia Civil da Paraíba, por meio de ação da 9ª Delegacia Distrital da Capital, prendeu em flagrante na manhã desta quinta-feira (5) um homem de 28 anos acusado dos crimes de perseguição (stalking), violência psicológica contra a mulher e injúria real. A prisão ocorreu na cidade de João Pessoa e a vítima é uma colega de trabalho do investigado, de 30 anos.

Segundo as investigações policiais, a perseguição começou há cerca de 30 dias motivada por divergências de cunho político entre ambos no ambiente corporativo. O comportamento do suspeito escalou progressivamente de ofensas verbais para agressões físicas, obrigando a mulher a alterar sua rotina e seu horário de expediente por constante temor.

Vídeo de agressão e cerco na saída do trabalho

Um dos episódios de violência física chegou a ser filmado por amigos da vítima. Ao tomar conhecimento da existência das imagens, o investigado passou a fazer plantão diariamente na porta da empresa ao término do expediente, com o objetivo de destruir o celular que continha o registro da agressão e intimidar novamente a colega.

Diante da gravidade e da persistência das ameaças, a trabalhadora procurou a 9ª Delegacia Distrital para registrar a ocorrência. Os policiais Civis iniciaram diligências imediatas, conseguindo interceptar e prender o homem antes que ele chegasse à sua residência.

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“O homem foi autuado em flagrante pelos crimes de perseguição, violência psicológica contra a mulher e injúria real. Após os procedimentos legais, ele será encaminhado à carceragem da Central de Polícia, onde aguardará a apresentação à audiência de custódia.”

A Polícia Civil reforçou que denúncias de perseguição e violência contra a mulher podem ser feitas diretamente nas delegacias especializadas ou por meio dos canais oficiais de atendimento.

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Por Pabhlo Notícias

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