Polícia É FAKE!

É Fake! Áudio e foto sobre suposto sequestro de criança terminam em denúncia na delegacia de Patos

Após boatos em grupos de mensagens, motorista vai à polícia e esclarece que parou o carro para ajudar criança que estava sozinha na rua.

27/01/2026 às 18h26 Atualizada em 27/01/2026 às 19h15
Por: Redação
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É Fake! Áudio e foto sobre suposto sequestro de criança terminam em denúncia na delegacia de Patos

O compartilhamento de informações falsas voltou a gerar preocupação e medo em Patos, no Sertão da Paraíba. Na manhã desta terça-feira (27), um áudio acompanhado da foto de um veículo circulou amplamente em grupos de mensagens, relatando uma suposta tentativa de sequestro de uma criança no Centro da cidade, nas proximidades da Rua Solon de Lucena. A informação, no entanto, é falsa.

Segundo o boletim de ocorrência registrado na Central de Polícia Civil de Patos, o episódio ocorreu na noite da segunda-feira (26), por volta das 20h45. Uma moradora relatou que retornava do supermercado com o esposo pela Rua Roldão Meira quando uma criança de 2 anos apareceu repentinamente no meio da via, desacompanhada.

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Para evitar um atropelamento e garantir a segurança do menor, a mulher desceu do carro e segurou a criança pela mão enquanto tentava localizar os responsáveis. Pouco depois, a mãe da criança apareceu e explicou que o filho havia saído de casa após um portão ter sido deixado aberto por um familiar. A criança foi entregue imediatamente à mãe, e a situação foi resolvida de forma tranquila no local.

 
 
 
 
 
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Apesar do desfecho positivo na noite anterior, a proprietária do veículo foi surpreendida nesta terça-feira (27) ao ver a foto de seu carro sendo associada, de forma falsa, a um crime de sequestro em grupos de mensagens. Temendo que algo mais grave pudesse acontecer, ela procurou a Delegacia de Polícia Civil juntamente com a mãe da criança, onde o caso foi oficialmente registrado e esclarecido.

A Polícia Civil reforça a importância de não compartilhar informações sem veracidade comprovada, especialmente quando envolvem acusações de crimes graves. A prática pode configurar calúnia e difamação contra quem cria ou divulga esse tipo de conteúdo. O registro do caso foi feito para resguardar a integridade e a segurança dos envolvidos.

Por Pabhlo Rhuan

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