Polícia POLICIAL!

Suspeito de feminicídio contra patoense é preso em Bom Jesus, no RS

Vítima de 29 anos, natural de Patos, deixou seis filhos; crime ocorreu dentro da residência do casal, na Serra Gaúcha

09/02/2026 às 18h09 Atualizada em 09/02/2026 às 18h40
Por: Redação
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul prendeu, na tarde desta segunda-feira (9),  Madiel Chagas de Oliveira Silva, de 29 anos, suspeito de matar a companheira em São Francisco de Paula, na Serra Gaúcha. O crime aconteceu na madrugada do último sábado (7), dentro da residência onde o casal morava.

A vítima foi identificada como Ianca Soares Diniz, de 29 anos, natural de Patos, no Sertão da Paraíba. O casal havia se mudado para o município gaúcho há poucos meses. A morte de Ianca causou grande comoção entre familiares e amigos. Ela deixa seis filhos.

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De acordo com a investigação, o crime ocorreu no quarto do casal. Ianca foi morta com golpes de faca. Após o fato, o suspeito fugiu da cidade, utilizando o veículo de um familiar. O Instituto-Geral de Perícias (IGP) esteve no local e realizou os procedimentos periciais.

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A Polícia Civil iniciou as diligências ainda no fim de semana e apurou que o homem havia seguido para o município de Bom Jesus, também na Serra Gaúcha, onde possui vínculos familiares. Ele foi localizado e preso em uma residência no centro da cidade.

Segundo a polícia, o investigado possui antecedentes criminais na Paraíba, incluindo registros por homicídio e roubo. A prisão preventiva foi decretada pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, com base na garantia da ordem pública e na aplicação da lei penal.

 
 
 
 
 
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Após a prisão, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça. A investigação é conduzida pela Delegacia de Polícia de São Francisco de Paula, com apoio de unidades especializadas da Polícia Civil gaúcha.

Em nota, a corporação destacou que crimes dessa natureza recebem tratamento prioritário. “A Polícia Civil atuou de forma técnica, rigorosa e contínua desde as primeiras horas após o crime, mobilizando todos os recursos necessários para a rápida identificação e prisão do autor. O feminicídio representa a violação mais extrema dos direitos humanos das mulheres”, afirmou.

Por Pabhlo Rhuan / com Patos Online

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