Polícia OPERAÇÃO!

Operação Limiar: PF e BEPI desarticulam plantação com 18 mil pés de maconha em Monteiro

Água da Transposição do Rio São Francisco era usada na irrigação

13/05/2026 às 17h18 Atualizada em 14/05/2026 às 08h17
Por: Redação
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Operação Limiar: PF e BEPI desarticulam plantação com 18 mil pés de maconha em Monteiro

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (13), a Operação Limiar, voltada à repressão do cultivo ilícito de cannabis sativa (maconha) na zona rural de Monteiro, no Cariri paraibano. A ação foi realizada pela Delegacia de Polícia Federal de Patos e o Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (BEPI) da Polícia Militar.

A localização do plantio foi possível graças ao cruzamento de dados de inteligência com o uso de tecnologia de ponta. Foram utilizadas análises de imagens de satélite e aeronaves remotamente pilotadas (drones), que confirmaram a existência da roça em estágio avançado de colheita.

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No local, os policiais encontraram uma estrutura organizada que incluía acampamento improvisado, área de secagem (estufa) e um sistema de irrigação por gotejamento. Para manter o cultivo, os criminosos utilizavam motobombas a gasolina que captavam água diretamente do canal da Transposição do Rio São Francisco.

 
 
 
 
 
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Durante a incursão das equipes policiais, diversos suspeitos conseguiram empreender fuga pela mata densa da região. No entanto, um homem foi preso em flagrante no local. Ao todo, foram contabilizados aproximadamente 18 mil pés de maconha, além de porções da droga já colhidas e acondicionadas em sacos de lona, prontas para o transporte.

O nome da operação, "Limiar", faz referência à etapa inicial de interrupção do ciclo produtivo do entorpecente, evitando que a carga chegasse aos centros urbanos para comercialização.

A Polícia Federal informou que as investigações continuam com o objetivo de identificar os demais envolvidos e, principalmente, rastrear a cadeia de financiamento por trás do cultivo. O suspeito preso foi conduzido à delegacia e responderá por tráfico de drogas e crimes correlatos.

Por Pabhlo Rhuan

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